À noite eu penso nas estrelas.
Eu gosto de olhar para as estrelas e me sentir pequena, me sentir um ser dentre tantos outros!
Gosto de imaginar a imensidão do universo e respirar profundamente.
Gosto de pensar que outras pessoas estão fazendo o mesmo que eu.
Olhar para o céu à noite faz com que eu me sinta ora inteira e distante, ora dissolvida na beleza do infinito.
A noite é especial porque traz consigo a escuridão, o esconderijo perfeito para as lágrimas e o acalento para o corpo cansado do dia.
É como se à noite, sendo permitido dormir, você pudesse esquecer do tempo cronológico, dos relógios que durante todo o dia, carregamos nos pulsos e na memória.
Sem relógios, há espaço para a contemplação, para a difusão, para a imaginação, para a sensação e para o inesperado.
À noite eu penso que as estrelas desejam ser vistas. Eu saio, deito no chão e dirijo o meu olhar para o mundo que está acima da minha própria cabeça.
Que delicia, Illy! Me sinto assim com relação a noite, as estrelas... Bom seria se pudessemos esquecer os relogios, não é? Bom seria se nos permitissemos a contemplação não apenas da lua e das estrelas, mas de tudo que nos rodeia, das pessoas, em especial!
ResponderExcluirEu te contemplo Nai, desse mesmo modo como contemplo as estrelas.. Sim, seria muito bom, mas só é possível contemplar dessa forma, aquilo e aqueles que nos tocam verdadeiramente... Pra falar a verdade, acho que nem se trata de contemplação, mas de envolvimento mesmo porque para além de contemplar, nós nos modificamos, nos emocionamos, nos entregamos.
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